quarta-feira, 18 de abril de 2018

Nova Bike de Triathlon

Em pouco mais de 20 anos as bikes de triathlon se transformaram em verdadeiras máquinas, antes elas eram de ferro e depois que apareceu o carbono, surgiram também várias outras marcas, algumas até artesanais como foi o caso da CEEPO que entrou no mercado para competir de igual para igual com as tradicionais Trek e Specialized, dentre outras.

Na verdade, antigamente não existia bikes de triathlon, eram bikes de ciclismo comum veja no princípio na era de Dave Scott e Mark Allen em Kona. Eu mesmo já tive a experiência de fazer um Cabra da Peste com uma bike de ciclismo, uma Felt, posso dizer que foi uma ideia que partiu de mim mesmo, queria provar que poderia pedalar os 180 km sem nada, puro e simplesmente numa bike de ciclismo normal. Claro que senti um pouco mas me diverti bastante. Como a tendência das bikes é se tornarem cada vez mais aerodinâmicas, vejam essa foto dessa bike, que por ventura será uma referência daqui para frente, bike mais louca que já vi.


terça-feira, 17 de abril de 2018

IRONMAN

Boa noite meus caros amigos e amigas, há muito tempo não posto nada aqui no blog. Venho acompanhando pelas redes sociais muitas fotos e provas de triathlon o que me deu uma vontade danada de voltar a participar, mas estou parado, minha vida deu uma reviravolta total, desde o Ironman Fortaleza de 2014 que não pratico nenhuma atividade esportiva, engordei quase uns 20 kg, e não vou dar detalhes do porque disso tudo, é bem pessoal.

Notei que houve um aumento absurdo de atletas e provas, o esporte cresceu demais e com isso toda a infraestrutura também, como bikes, acessórios, etc.... houve um boom principalmente entre provas de 70.3 e Ironman, muitos atletas querendo superar desafios cada vez maiores, não só no triathlon mas também em provas de corrida de montanha (trail run), corridas de rua, mountain bike, etc... cada um no seu ritmo. Isso é muito bom, mostra que as pessoas estão cada vez mais preocupadas em fazer qualquer atividade física.

Voltando ao triathlon, precisamente o Ironman, na minha opinião virou moda, claro que cada um tem uma meta a cumprir seja lá qual for, mas está cada vez mais difícil por exemplo conseguir uma vaga para Kona, muitos atletas super bem preparados e outros não, são aqueles que usam de substâncias para melhorar seu desempenho, o que na minha opinião é uma tremenda burrice, o atleta está se alto traindo.

Os atletas que conheço todos são apaixonados pela distância, digo até mesmo fascinados, mas existem outros que fazem um 70.3 e dizem que são ironmans, isso é enganoso, ironman é ironman, 70.3 qualquer um pode fazer, exige menos tempo para treinar mas mesmo assim não menosprezo aqueles que buscam este tipo de prova.

Uma prova que poucos atletas tem conhecimento e até mesmo vontade de participar é o Cabra da Peste em Fortaleza, uma prova com distâncias de Ironman mas com uma estrutura mínima, o atleta corre por conta própria sem staffs, sem precisar fechar rodovias ou ruas, cada um na sua, igual ao Soloman, cada atleta é sua própria equipe, isso é minha opinião. gosto mais deste tipo de prova.

Espero poder estabelecer minha vida para poder voltar a competir, meu sonho mesmo antes de começar a teinar com o Alexandre Ribeiro, sempre foi o Ultraman que agora existe uma prova agora no Brasil o UB515, mas ainda é um sonho para daqui alguns anos.

É isso aê, boa sorte e boas provas a todos !!!!


sábado, 13 de agosto de 2016

Olimpíadas Rio 2016

Estava assistindo a etapa de ciclismo de pista nas Olimpíadas e um fato me colocou em dúvida. A equipe dos Estados Unidos estava usando bikes da marca Felt mas com algo diferente das outras bikes.

A nova Felt FA TRD para velódromo veio com a relação do lado esquerdo da bike. Ao contrário do lado direito, que é o convencional.

A justificativa da marca para a mudança é o fato de no velódromo o sentido ser sempre anti-horário, ou seja, as curvas são sempre para a esquerda.

Se a relação ficar do lado esquerdo, ela vai gerar menos impacto aerodinâmico, do que se ficar do lado de fora da curva.

A marca diz que isso vai gerar um ganho. A bike também ter aerofólios assimétricos para compensar a questão das curvas para o mesmo lado.



sexta-feira, 10 de abril de 2015

Ironman

O Ironman desde sua criação sempre despertou interesse pela sua diversidade, dinamismo e condicionamento físico. Antigamente eram considerados homens de outro planeta, as pessoas não entendiam como uma pessoa normal conseguia treinar e competir em três modalidades diferentes cujas distâncias são longas, numa única vez, ou no mesmo dia. Será possível uma pessoal normal conseguir tal feito? A resposta é sim, basta haver disposição planejamento e foco.

Como foi bom acompanhar toda a evolução até os dias atuais. Muita coisa mudou, o esporte cresceu e muitas marcas esportivas viram uma grande porta se abrindo, cada vez cresce mais, e atrai cada vez mais atletas e empresas, contando que o esporte é novo em comparação a outros, como futebol e vôlei.

O esporte ganhou status, brilho, cores e muita alegria, cada vez que você vai para uma prova dessas ou assiste, a energia te contagia e você sente a "vibe" e consegue transformar em coisa boa, força, e vontade de concluir a prova !!!!

Com os recursos tecnológicos disponíveis no mercado o esporte aproximou mais o atleta para a perfeição, na execução de treinos e da prova em si, muitos atletas principalmente os profissionais tem uma vasta lista de excelentes acessórios para que possam ter sempre uma evolução.

O número de provas aumenta ano após ano e vai tornando o esporte cada vez mais conhecido, mas poucos seguem a real filosofia de um ironman, que na verdade é muito simples, como a essência é havaiana, então tem muito respeito, paz e amor, além é claro do trivial: dedicação, persistência, paciência, suor, força e muita vontade de superar seus limites.

Estou parado com os treinos mas no final do ano se Deus quiser estarei largando em Fortaleza !!!

sábado, 15 de novembro de 2014

CURIOSIDADES DO IRONMAN DE FORTALEZA

O evento em Fortaleza foi um sucesso total, mas houveram algumas curiosidades que gostaria de compartilhar com vocês seguidores, amigos e conhecidos. Bom, chegando na expo na sexta feira à tarde para pegar meu kit encontro o Waguinho do Mundo Tri, e ficamos conversando sobre algumas informações da prova e me contou que a bike do nosso amigo Leandro tinha sido roubada ou extraviada, ou seja, ele chegou mas a bike não, felizmente neste meio sempre temos bons amigos e num piscar de olhos já estava com uma bike emprestada para correr a prova, mas ele ficou bem chateado e tudo mais, disse para ele esquecer e focar na prova, pois ele tinha em mente um vaga para o Havaí e quase conseguiu, mas foi guerreiro e completou.

Durante a prova pude observar algumas anormalidades, carro entrando na via dos ciclistas, e em uma dessas entradas um dos carro entrou e atropelou um italiano que estava bem, por sorte nada aconteceu. Vácuo por incrível que pareça vi apenas um, os caras me passaram e logo à frente o Armando Barcellos estava dando suporte a um ciclista e gritei para ele o número do atleta que era 197.

Em alguns postos de hidratação faltou água e em outros a água e o gatorade estavam completamente quentes, mas um novo tipo de hidratação surgiu neste ironman, foi o banho de balde, sensacional tomei uns dois, era super aliviante, mas por pouco tempo, com o vento forte e o calor parecendo deserto do Saara, em 5 minutos você estava seco. Um caso interessante eu ouvi quando tinha acabado de completar o desafio, estava descansando sentado em uma cadeira perto das pizzas e um atleta chegou esbaforido, perguntei o que tinha acontecido e simplesmente ele me contou que em um determinado ponto do ciclismo ele perdeu o controle da bike e para não cair no chão bateu em um carro, o motorista desceu do carro e deu um chute no atleta, não acreditei, falei caraca meu irmão, e me mostrou o roxo, esse realmente foi o caso mais louco em toda história do triathlon que eu ouvi. Já na corrida vi 3 pessoas sendo levadas pelo SAMU, e um atleta me chamou a atenção, ele estava sentado com cara de morto e babando, aí fiquei grilado e as pessoas gritando por um ambulância, esse não sei no que deu, espero que tenha ficado bem, pois seu aspecto não era nada bom.

Havia o famoso banho de água também na corrida, era uma loucura, os postos de hidratação pareciam aquelas promoções de supermercado,  lotado, todo mundo parava e se hidratava ou comia alguma coisa, eu mesmo comi, laranja, clube social, bolo de chocolate, acho que as batatas assadas foram boas mas não o suficiente. Agora o mar era tão salgado que fiquei com a boca salgada uns 3 dias depois da prova, mas valeu, foi uma prova inesquecível. !!! Abraços


terça-feira, 11 de novembro de 2014

MAR MEXIDO, VENTO CONTRA, SOL DE 40º - IRONMAN FORTALEZA

Meus caros seguidores, amigos e conhecidos, vou descrever um pouco como foi minha prova, que considerei a mais dura que participei, mais que os dois cabra da peste que fiz, mas ironman não tem moleza, é sempre um desafio maravilhoso de se completar e ganhar a tão sonhada medalha de finisher. Este ano tive muitos contra tempos, problemas familiares e uma possível tendinite na semana da prova, que me deixaram para baixo, não treinei o suficiente, mas já estava tudo pago e num momento feliz decidi que iria de qualquer jeito, principalmente para provar para mim mesmo que tudo que passei era fichinha e que completar o iron em Fortaleza seria para mim a volta por cima de tudo e para pagar todos os meus pecados.

Cheguei na sexta depois do almoço, descansei no hotel e fui pegar o kit. Logo chegando no Marina Park Hotel, vi uma estrutura super bacana, pois o hotel tem uma área imensa cheia de árvores e tudo gramado, parecia um paraíso o local da prova. Peguei o kit, tirei várias fotos, encontrei amigos e fiquei esperando o jantar, que para variar não muda muito o menu, salada, massas e pedaços gigantes de bife de frango, acompanhadas de frutas e pão. No dia seguinte levei minha bike para o check-in e aproveitei e almocei no próprio Marina. À tarde foi de descanso até as 3 horas da manhã de domingo quando acordei e comecei a me preparar tomando café e hidratando, na verdade comecei a beber água desde sexta, porque lá é muito quente e abafado, então tomei umas 6 garrafas de água em 1 dia e meio praticamente.

Fomos para a área de transição checar tudo e aquecer no mar e antes acabei dando entrevista para o locutor oficial do evento. Á água estava ótima e parecia uma piscina, mas muito salgada, fiquei uns dois dias com gosto de mar na boca, até aí tudo bem, o problema começou quando largamos e passamos de um quebra mar que tinha, aí o bichou pegou com força, mar super mexido, com ondas de um metro, até um metro e meio, mas foquei na minha tática fazer força, mas muita força e deu certo. Na primeira boia foram 1700 mts de pura adrenalina, mas logo na virada pegamos uma maré meio em diagonal, ao mesmo tempo que dava para surfar na onda, ela te levava para fora do percurso, aconteceu comigo umas 3 vezes e na virada da segunda boia, aí foi contra a maré total, mas continuei a fazer força e saí da água entre os 30 primeiros, achei excelente, mas a metragem no meu garmin marcava quase 6.800 mts, achei estranho mas fui para a parte mais dura.

O ciclismo já começou desde o início com vento contra até a virada final que aconteceu lá pelo km 60 ou 70, não me recordo, só fiquei imaginando, esse percurso de 2 voltas deveria estar errado, mas logo percebi que a segunda volta não passaria pelo hotel e sim retornaríamos no meio da CE-040, um alívio pois estava achando que o percurso estava errado. O vento e o calor eram insanos, em todos os postos bebia água e gatorade, mas chegou num ponto que tudo estava quente e faltando, mas no finalzinho tinha um posto de hidratação que te dava um banho de balde de água gelada, isso sim aliviava, mas por poucos minutos, o calor era tanto que rapidinho já estava seco. A parte boa do percurso era que na volta dava para compensar, cheguei a colocar 54 km/h, aí foi bom, mas o hotel não chegava e já estava dentro da cidade, finalmente cheguei na transição aí pensei, a parte mais dura foi feita, agora vem a pior, rssss.

Comecei a correr mas depois de uns 30 minutos comecei a andar, fiquei por vários minutos trotando e caminhando, mas chegou uma hora que pensei, se for assim não chegarei nunca, então resolvi trotar por períodos mais longos. O percurso da maratona era super bacana, várias pessoas incentivando, show de bola e as bolhas no pé estavam tentando me fazer caminhar por todo percurso, mas tirei forças não sei de onde e fui com bolhas nos pés até o final, o problema que molhou a meia aí não tem jeito, no meu caso se não tivessem as bolhas daria para fazer um tempo bem menor, mas cada prova é de um jeito e vale muito de como você está no dia. Fui para completar e estou muito feliz porque consegui superar um desafio muito difícil e isso me traz mais força para seguir meu caminho e ir atrás dos meus sonhos. É como disse Mark Allen, 10% físico, 90% mental numa prova de ironman, e segui à risca, trabalhei bem esta parte e foi o que me levou à chegada. Valeu cada km, este esporte é maravilhoso, só que está dentro sabe como é completar uma prova dura como o Ironman. Fortes abraços !!!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

IRONMAN FORTALEZA

Meus caros seguidores, há muito tempo não apareço por aqui e hoje venho falar do Ironman Fortaleza que irá acontecer na semana que vem, segunda prova da marca no Brasil. Realmente o triathlon está crescendo a todo vapor e provas mais duras e/ou de endurance também crescem na mesma linha.

Na verdade distâncias de um ironman não são novidade na capital cearense, lá já existe há alguns anos o famoso Cabra da Peste, isso mesmo, temido e poucos atletas se atreveram a participar, já estive por lá em duas ocasiões e o bicho pega com força, prova muito dura, sol muito quente, vento contra brutal, mas vale a pena, é sempre bom fazer outras provas em lugares diferentes. O percurso será totalmente diferente do Cabra da Peste, me parece que vai ser mais interessante, apesar que o outro percurso era bem desafiador e legal.

Esse ano não consegui encaixar um boa sequência de treinos por motivos pessoais, até pensei em desistir, mas não, porque ironman não desiste nunca. Vou com a bagagem que tenho pois minha meta nessa prova é apenas chegar, não estou preocupado com tempo, quero me divertir e fazer parte dessa confraternização de loucos mais uma vez. Será meu sétimo ironman, claro que deu para treinar e fazer os treinos mais duros, mas cada prova é de um jeito diferente. Será a primeira vez em Fortaleza, torço para que tudo corra bem com a organização e com os atletas.

Estou muito feliz de poder voltar a fazer um prova longa, já que no ano passado não deu para correr em nenhuma ocasião, até tentei, mas em Floripa está impraticável de conseguir uma inscrição, fora que frio não é comigo, prefiro mil vezes sol a pino. Essa prova vai ficar sendo apenas para amadores, acho até bom, porque não corro para ninguém, simplesmente faço a prova para superar meus limites, então o meu adversário sou eu mesmo, fora que dá pra se inscrever até na semana da prova.  Este ironman caiu muito bem pois ano que vem tem novidade por aí, Valeu e um grande a braços a todos !!!!

terça-feira, 29 de julho de 2014

IRONMAN COMO NOS VELHOS TEMPOS

Hoje começo o post com uma pergunta interessante. Será possível fazer um ironman com uma bike road, como nos primórdios da prova lá na década de setenta? Para mim, sim, pois eu mesmo já fiz, então não vejo problema nenhum, e foi no Cabra da Peste, uma prova dura, com muito vento, calor e umidade. Muitos vão falar que é um absurdo, que é isso ou aquilo, que hoje não é mais assim, todo mundo usa contra-relógio ou TT como bem queiram, mas se lembrarmos o início da prova no Havaí, todos verão que os malucos usavam bikes road sem clip, na brutalidade mesmo, ou seja, sem frescuras nenhuma.

Hoje em dia a tecnologia mudou bastante, e tudo veio a favorecer aos atletas, e você faria? As bikes de contra relógio vieram não só para facilitar mas também para resguardar músculos, pois depois de pedalar os 180 km, o atleta ainda terá que correr uma maratona, assim preservaria melhor o corpo para a corrida. Mas tenho e gosto da filosofia "old school", tudo bem que temos tudo a nosso favor, mas nada se compara aos velhos tempos. O mesmo acontece com os suplementos e outras porcarias que existem no mercado.

Os caras naquela época faziam as provas na base de água, banana, batata cozida e por aí vai.... Se você usar, claro que seu organismo vai ter uma melhora e uma recuperação mais rápida, mas e aí, você vai ganhar muito com isso? Na minha opinião não, fora que o atleta ainda terá que gastar uma baita grana e muitos desses produtos já estão indo para o ralo, ou seja, já não são tão favoráveis ao atleta, veja o que aconteceu com as whey proteins da vida, muitas foram banidas do mercado e alguns médicos já disseram que não altera em nada e conheço muito nutricionista(o) que receitava, fato que eu mesmo já usei e não vi nenhuma diferença, apenas no meu bolso. Já usei bikes de contra relógio de carbono e tudo mais em outros irons e em outras provas, mas sinceramente, com uma road me sinto melhor e até mais confortável.

O bom mesmo é fazer com amor o que se gosta, independente do que seja, eu farei a prova em novembro em fortaleza com minha nova companheira, uma specialized allez sport de alumínio sem clip, e com certeza farei bastante uso de água, banana e batata cozida, e de gel, único produto que vale a pena o uso. Conheço atletas que tomam de tudo e tem rendimento pífio e atletas que não usam nada e já foram campeões. Mas enfim, a vida é feita de escolhas e cada um faz o seu melhor perante elas.


sábado, 28 de junho de 2014

FORÇA NA PERUCA.....

Esse ano foquei fazer um Ironman e estou inscrito em Fortaleza, terra que conheço bem, pois já fiz dois Cabra da Peste, apesar que o circuito será completamente diferente, mas ali o bicho pega, e bruto, mas prefiro assim, calor e vento contra, em vez de frio e vento congelante de Floripa. Não vou entrar em méritos de qual é a melhor prova, sem dúvida em Floripa é uma das melhores se não for a melhor organização de uma prova no Brasil, mas cansei, já estive por lá quatro vezes e não tenho mais interesse em fazê-la por vários motivos.

Bom, depois de focar precisava buscar alguém que me auxiliasse nos treinos, pois não tenho a mínima noção, até que gostaria, mas não é minha praia. Tentei duas assessorias que me viraram as costas, não entendi, devem ter suas razões ou pode ser que eu tenha pisado na bola, mas mesmo assim, achei uma baita falta de educação e desprezo, mas enfim, deixa pra lá. Chegando de uma viagem à Vitória, que por sinal achei excelente para treinar, abri meu e-mail e vi uma promoção imperdível da Ironguides, e logo já entrei em contato com o Rodrigo e o Vinnie, os cabeças da assessoria.

Assim comecei a treinar fazem duas semanas, mas um mês antes já estava fazendo a limpeza corporal, ou seja, uma desintoxicação geral, bebendo muita água e cortando muita porcaria. Hoje já tenho uma concepção mais formada e de autoconhecimento, consigo enxergar um Claudio que não sabia que existia dentro de mim, basta focar e fazer o que tem que ser feito, assim estou cada vez mais me descobrindo e melhorando minha performance mental e corporal. Costumo chamar de o trio parada dura dos 3FS, FOCO, FORÇA e FÉ !!!! Agora faço parte do time campeão !!!! Bons treinos a todos. Em breve boas novidades !!! Assim seja !!!!


sábado, 31 de maio de 2014

VAQUEIROS E FRANGOS !!!

Há muito tempo não escrevo, acho que por falta de interesse e por conta de estar resolvendo algumas coisas da minha vida, resumindo fechando ciclos, só assim ficamos mais leves e prontos para a próxima batalha, que na verdade é diária. Bom, muito se tem comentado sobre a prova de Floripa, realmente esse ano foi um absurdo, já fiz 4 provas lá e nunca vi nada parecido, parece que os atletas estão loucos ou algo parecido.

Só para relembrar, o triathlon é um esporte individual e não por equipes, então a consciência é o melhor aliado de um atleta em qualquer prova, qualquer esporte e até na vida. Você se beneficiar de outro atleta é uma vergonha, isso é crime, deveria ser suspenso da prova. Vaqueiros e frangos sempre existirão, se tiver uma punição mais severa e mais fiscais, acho que diminuiria bastante, o pior é o atleta que se beneficiou e tirar onda, isso é demais !!!! Agora estou focado em Fortaleza, já fiz 2 Cabra da Peste e posso garantir que a prova será o oposto de Floripa, mar um pouco mexido, vento contra e sol a pino, show !!!! Hoje fiz um pedal cabuloso, muito frio e vento congelante contra, mas é isso que gosto então, está ótimo.